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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Os Vencedores do Oscar 2026


 Nunca antes, na história do Oscar, houve uma adesão tão grande ao gênero de terror. Está certo que não bastou para que um filme de terror ganhasse o prêmio principal (conquistado por “Uma Batalha Após A Outra”, coroando-o como o grande filme de 2025, e finalmente consagrando o já bastante aclamado diretor Paul Thomas Anderson), mas já houve as históricas 16 indicações para “Pecadores” (fazendo dele o mais indicado da História, com duas indicações a mais que os recordistas anteriores “A Malvada”, de 1951, e “Titanic”, de 1998, com 14 cada um), convertidas em 4 prêmios (inclusive os de Melhor Ator para Michael B. Jordan e Melhor Roteiro Original para Ryan Coogler) e o surpreendente prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para a sensacional Amy Madigan por “A Hora do Mal”.

No mais, como costuma ser, o Oscar evitou surpresas com o mais que merecido prêmio de Melhor Atriz para Jessie Buckley, por “Hamnet” e o de Melhor Filme Internacional para “Valor Sentimental” superando da concorrência do brasileiro “O Agente Secreto”, contudo, guardadas as devidas ressalvas dos infindáveis detratores da internet (que ficaram insatisfeitos com a derrota do Brasil), o filme é merecedor e digno: Além de ser uma obra excelente, o filme de Joaquim Trier finalmente levou um Oscar para a Noruega, que até então nunca tinha conquistado a estatueta.

MELHOR FILME

"Uma Batalha Após A Outra"

MELHOR DIREÇÃO

"Uma Batalha Após A Outra", Paul Thomas Anderson

MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO

"Uma Batalha Após A Outra", Cassandra Kulukundis

MELHOR ATRIZ

Jessie Buckley, "Hamnet-A Vida Antes de Hamlet"

MELHOR ATOR

Michael B. Jordan, "Pecadores"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Amy Madigan, "A Hora do Mal"

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Sean Penn, " Uma Batalha Após A Outra"

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"Guerreiras do K-Pop"

MELHOR FOTOGRAFIA

"Pecadores"

MELHOR FILME INTERNACIONAL

"Valor Sentimental" (Noruega)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Avatar-Fogo e Cinzas"

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"The Girl Who Cried Pearls"

MELHOR FIGURINO

"Frankenstein"

MELHOR SOM
"F1"

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO

"Frankenstein"

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

"Frankenstein"

MELHOR DOCUMENTÁRIO

“Mr Nobbody Against Putin"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

"All The Empty Rooms"

MELHOR CURTA-METRAGEM

“The Singers"

“Two People Exchanging Saliva"

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

"Pecadores"

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Golden", de "Guerreiras do K-Pop"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

"Pecadores"

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

"Uma Batalha Após A Outra"

MELHOR MONTAGEM

"Uma Batalha Após A Outra"

terça-feira, 4 de março de 2025

Os Vencedores do Oscar 2025


 Foi a noite da consagração de Sean Baker que saiu com nada menos que quatro estatuetas debaixo do braço (Produtor –que ele recebeu pela categoria principal, de Melhor Filme –Diretor, Roteiro Original e Montagem), e olha que “Anora” nem era o franco favorito. Assim como ocorreu em 2020 com “Parasita”, ele só começou a crescer na Temporada de Premiações nas últimas semanas demonstrando em cerimônias como o PGA, o DGA ou o Critic’s Choice que os votantes finalmente haviam descoberto um dos filmes mais deliciosos do ano, que já havia vencido a Palma de Ouro em Cannes.

Por sinal, quando todos acreditavam que a estatueta de Melhor Atriz estava entre Demi Moore e Fernanda Torres, eis que a jovem Mike Madison é anunciada a vencedora, despertando alguma reclamação nas redes sociais brasileiras –não, este definitivamente não é o mesmo caso de Gwyneth Paltrow em 1999; Mike Madison realmente MERECEU o Oscar!

Nós do Brasil, contudo, temos mais motivo para celebrar mesmo: Prestes a fazer 100 anos, o Oscar finalmente concede o prêmio de Melhor Filme Internacional a uma produção brasileira, coroando o avanço qualitativo de nossa cultura cinematográfica, e honrando uma obra que superou a barreira do idioma e das legendas para emocionar o público mundo afora.

O reflexo do quão disputada foi a premiação deste ano é que, salvo os cinco prêmios para “Anora”, houve uma distribuição parcimoniosa para todos os filmes –até mesmo “Wicked”, favorito para levar as categorias técnicas, se contentou com apenas dois prêmios, Melhor Figurino e Melhor Design de Produção. Os únicos favoritismos incontestes, do início ao fim, foram os de Zoe Saldaña e Kieran Culin como coadjuvantes.

MELHOR FILME

"Anora"

MELHOR DIREÇÃO

"Anora", Sean Baker

MELHOR ATRIZ

Mike Madison, "Anora"

MELHOR ATOR

Adrien Brody, "O Brutalista"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Zoe Saldaña, "Emília Perez"

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Kieran Culkin, "A Verdadeira Dor"

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"Flow"

MELHOR FOTOGRAFIA

"O Brutalista"

MELHOR FILME INTERNACIONAL

"Ainda Estou Aqui" (Brasil)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Duna-Parte 2"

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"In The Shadow Of The Cypress"

MELHOR FIGURINO

"Wicked"

MELHOR SOM
"Duna-Parte 2"

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO

"A Substância"

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

"Wicked"

MELHOR DOCUMENTÁRIO

“No Other Land"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

"The Only Girl In The Orchestra"

MELHOR CURTA-METRAGEM

“I’m Not A Robot"

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

"O Brutalista"

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"El Mal", de "Emília Perez"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

"Anora"

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

"Conclave"

MELHOR MONTAGEM

"Anora"

segunda-feira, 11 de março de 2024

Os Vencedores do Oscar 2024


 Ocorrido no meio do ano passado, o fenômeno conhecido como “Barbieheimer” –quando expectadores casuais em geral e fãs em particular, fizeram uma campanha para assistir ambos os filmes por conta dos dois longa-metragens, “Barbie” e “Oppenheimer”, estrearem no mesmo dia –se encerrou no último dia 10 de Março de 2024. Culminando com a vitória avassaladora de “Oppenheimer”, vencedor de 7 Oscars dentre 13 indicações. O grande sucesso “Barbie” que com isso ajudou o complexo filme de Christopher Nolan a atingir uma improvável bilheteria acabou com um único prêmio, o de Melhor Canção Original para “What Was I Made For?”, cantada por Billie Eilish, embora a apresentação de sua outra canção concorrente, “I’m Just Ken”, por um impagável Ryan Gosling, tenha sido um dos momentos mais aguardados da noite.

Em geral, todas as previsões estipuladas em premiações anteriores se confirmaram –como os favoritismos incontestes de Da’Vine Joy Randolph e Robert Downey Jr., a consagração de Cillian Murphy, do diretor Christopher Nolan (indo de encontro aos anseios de sua gigantesca fanbase) e a predominância de “Zona de Interesse” nas categorias de Filme Internacional e Melhor Som –restando somente a sensacional surpresa pela vitória do japonês “Godzilla Minus One” em Efeitos Visuais, e as conquistas do francês “Anatomia de Uma Queda” em Roteiro Original, e talvez de Emma Stone (conquistando o segundo Oscar de sua carreira), como Melhor Atriz, por “Pobres Criaturas”; embora ela já fosse, sim, uma forte candidata ao prêmio.

MELHOR FILME

"Oppenheimer"

MELHOR DIREÇÃO

"Oppenheimer", Christopher Nolan

MELHOR ATRIZ

Emma Stone, "Pobres Criaturas"

MELHOR ATOR

Cillian Murphy, "Oppenheimer"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Da’Vine Jo Randolph, "Os Rejeitados"

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Robert Downey Jr., "Oppenheimer"

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"O Menino e A Garça"

MELHOR FOTOGRAFIA

"Oppenheimer"

MELHOR FILME INTERNACIONAL

"Zona de Interesse" (Reino Unido)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Godzilla Minus One"

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO
"War Is Over! Inspired By The Music Of John & Yoko"

MELHOR FIGURINO

"Pobres Criaturas"

MELHOR SOM
"Zona de Interesse"

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO

"Pobres Criaturas"

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

"Pobres Criaturas"

MELHOR DOCUMENTÁRIO

“20 Dias Em Mariupol"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

"The Last Repair Shop"

MELHOR CURTA-METRAGEM

“The Wonderful Story Of Henry Sugar"

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

"Oppenheimer"

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"What Was I Made For?", de "Barbie"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

"Anatomia de Uma Queda"

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

"Ficção Americana"

MELHOR MONTAGEM

"Oppenheimer"

segunda-feira, 13 de março de 2023

Os Vencedores do Oscar 2023


 Como diria Leandro Karnal: “Se Você não cresce, você diminui. Se você não vai para frente, você volta para trás.” Após dois anos consideravelmente enfadonhos, a Academia de Artes Cinematográficos voltou a realizar uma cerimônia na qual tentou deixar bem claras suas intenções de abraçar a mudança. O que isso vem a significar? Que o passado tido por retrógrado e tradicionalista ficou para trás. Que tabus estão aí para serem quebrados.

A cerimônia de 2023, na opinião de alguns, pode ter se resumido à tendências óbvias (quem acompanhou premiações anteriores como o SAG praticamente viu todos os premiados se repetirem), mas nada disso dissipou as emoções da noite, que já começaram com os discursos maravilhosos de Ke Hui Quan e Jamie Lee Curtis, premiados como coadjuvantes.

O filme de guerra alemão, “Nada de Novo No Front”, e o grande vencedor da noite, “Tudo emTodo Lugar Ao Mesmo Tempo” se sagraram como os mais premiados, com 6 estatuetas para o primeiro e 7 para o segundo; desde 2014, com “Gravidade, um filme não saia do Oscar com tantas honrarias.

E elas foram mais significativas do que se pode imaginar: Em especial, o prêmio de Melhor Atriz para Michelle Yeoh, finalmente conferido, após 95 anos de Oscar, a uma atriz asiática. O favoritismo de Brendan Fraser também se confirmou, ratificando inclusive sua belíssima trajetória de recuperação e renascimento profissional. É claro que, diante dos premiados, sempre sobram lamentações para quem não ganhou; para mim, foi uma pena “Os Fabelmans”, de Spielberg, ter saído de mãos abanando.

Entretanto, a cerimônia de 2023 foi um belo lembrete de tudo o que faz o cinema ser arrebatador, ao premiar um filme tão diferente, tão absolutamente distante de seus padrões estabelecidos e que, com beleza, perícia e emoção retrata maravilhosamente bem a geração millennials de hoje. O belo recado que fica é: A partir de agora, tudo pode acontecer. Aqueles que jamais almejaram a chance que ganhar um Oscar têm, sim, a possibilidade de verem seus sonhos sendo realizados.

Foi curioso, porém, que o momento a relembrar com mais propriedade e alegria a exuberância da Velha Hollywood veio através de um filme estrangeiro: A magnífica apresentação da canção “Naatu Naatu”, do filme indiano “RRR”.

MELHOR FILME

"Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo"

MELHOR DIREÇÃO

"Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo", Daniel Kwan e Daniel Scheinert

MELHOR ATRIZ

Michelle Yeoh, "Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo"

MELHOR ATOR

Brendan Fraser, "A Baleia"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Jamie Lee Curtis, " Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo "

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Ke Huy Quan, " Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo "

MELHOR FOTOGRAFIA

"Nada de Novo no Front"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM

"Navalny"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

"An Irish Goodbye"

MELHOR FILME INTERNACIONAL

"Nada de Novo no Front" (Alemanha)

MELHOR SOM

"Top Gun-Maverick"

MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Avatar-O Caminho da Água"

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO

"A Baleia"

MELHOR FIGURINO
"Pantera Negra-Wakanda Para Sempre"

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

"Nada de Novo no Front"

MELHOR TRILHA SONORA

“Nada de Novo no Front"

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"Naatu Naatu", de "RRR"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

" Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo "

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

"Entre Mulheres"

MELHOR LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"Pinóquio de Guillermo Del Toro"

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"The Boy, The Mole, The Fox and The Horse"

MELHOR EDIÇÃO

" Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo "

MELHOR CURTA-METRAGEM DE LIVE-ACTION

"The Elephant Whisperers”

segunda-feira, 28 de março de 2022

Os Vencedores do Oscar 2022


 Existem momentos que definem as cerimônias do Oscar. A vitória inesquecível de “Parasita” em 2020. O vexame entre “La La Land” e “Moonlight” em 2017. A derrota de Tom Hanks para Robert Benigni e de Fernanda Montenegro para Gwyneth Paltrow em 1999. A cerimônia de 2022, queira ou não, será para sempre marcada pelo tapa dado pelo astro Will Smith na cara do apresentador da categoria de Melhor Documentário, Chris Rock, devido a uma piada deste com a cabeça rasgada de sua esposa, Jada Pinkett-Smith, que por sua vez, sobre de alopecia. Entre comentários de apoio e outros de repudio à agressão, que logo brotaram na internet, Will Smith ganhou, logo depois, o prêmio de Melhor Ator, por “King Richard”, e em meio a um discurso cheio de emoção, pediu desculpas à Academia de Artes Cinematográficas.

A premiação em si não trouxe maiores surpresas, obedecendo a tendência das últimas semanas, a menos que alguém tenha se surpreendido com o fato de “Ataque dos Cães”, com 12 indicações, ter saído com apenas um prêmio, o de Melhor Direção para Jane Campion (o que a torna a terceira mulher a vencer o prêmio da história, consecutivamente em relação à segunda que foi Chloe Zhao, no ano passado), quem acompanhou a temporada de premiações pôde perceber um repentino favorecimento à “No Ritmo do Coração”, em especial, no SAG Awards, o grande termômetro do Oscar, algo que terminou se concretizando.

A categoria de Melhor Atriz, a mais incerta de todas, premiou Jessica Chastain, após anos de excelentes trabalhos e merecidas indicações –incluindo “A Hora Mais Escura” onde deveria ter ganhado mas não ganhou –por “Os Olhos de Tammy Faye”, um filme cuja qualidade divide opiniões, e que levou também o prêmio de Melhor Maquiagem e Cabelo, uma curiosa dobradinha (Melhor Atriz e Melhor Maquiagem) repetida pelo Oscar com “Piaf-Um Hino Ao Amor” em 2008 e “A Dama de Ferro” em 2011.

Entre os coadjuvantes, tivemos uma bem-vinda vitória de Ariana DeBose, levando o único prêmio para o deslumbrante “Amor Sublime Amor”, de Spielberg –ganhando um Oscar pela mesma personagem que deu o Oscar à Rita Moreno em 1961! –e a emocionante conquista de Troy Kotsur, do filme “No Ritmo do Coração” que, como seu personagem, é surdo-mudo; o que resultou num emocionante discurso com linguagem de sinais.

Nas categorias técnicas, foi gratificante ver a predominância merecida da equipe de “Duna”, arregimentando para o projeto magnífico de Denis Villeneuve, nada menos que seis estatuetas, o recorde da noite. Um belo consolo pelo fato, já digerido, de que ele realmente não venceria o prêmio principal e já havia sido esnobado na categoria de Melhor Direção.

Tudo isso, entretanto, ficou em segundo plano, diante do fato desconcertante que girou em torno de Will Smith, sua esposa e Chris Rock.

MELHOR FILME

"No Ritmo do Coração"

MELHOR DIREÇÃO

"Ataque dos Cães", Jane Campion

MELHOR ATRIZ

Jessica Chastain, "Os Olhos de Tammy Faye"

MELHOR ATOR

Will Smith, "King Richard-Criando Campeãs"

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Ariana DeBose, "Amor Sublime Amor"

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Troy Kotsur, "No Ritmo do Coração"

MELHOR FOTOGRAFIA

"Duna"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM LONGA-METRAGEM

"Summer of Soul"

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

"The Queen of Basketball"

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

"Drive My Car" (Japão)

MELHORES EFEITOS VISUAIS

"Duna"          

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM

"Os Olhos de Tammy Faye"

MELHOR FIGURINO
"Cruella"

MELHOR SOM
"Duna"

MELHOR DESIGNER DE PRODUÇÃO

"Duna"

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

“Duna"

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

"No Time To Die", de "007-Sem Tempo Para Morrer"

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

"Belfast"

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

"No Ritmo do Coração"

MELHOR ANIMAÇÃO

"Encanto" 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

"The Windshield Wiper"

MELHOR MONTAGEM

"Duna"

MELHOR CURTA-METRAGEM

"The Long Goodbye”